abril 15, 2010 - Postado por Maurivan Luiz - 0 Comentários
Aloha all;
Era 15 de Agosto de 2009 quando encontrei esta jóia e pude ter a certeza de que a levaria para vida. Eu estava de bigode, mesmo assim ela não me ignorou.
Hoje é nosso aniversário de namoro, e como de praxe, não gosto de deixar passar em branco.
Amor, infelizmente nesta data não teremos flores e eu inicio este post agradecendo por tu ter me aguentado nestes últimos 8 meses.

Ela e eu, Jardim Botânico - Curitiba.
No começo sofríamos à distância, mas passamos por isto. Agora juntos na mesma cidade, essa pitchuca só quer saber de me fazer feliz, e eu tento vê-la sorrir.
Nestes 8 meses juntos temos várias histórias para contar, várias viagens, alguns shows, vários momentos que estão registrados em fotos, outros na memória, poucas brigas (casais brigam), muitas risadas, a entupi de apelidos, mimos e beijos.
Hoje não estou aqui para te mimar, apenas para agradecer.
Ao som de Velha Infância – Tribalistas.
abril 14, 2010 - Postado por Leca Marriot - 0 Comentários
Realmente, não sei qual a necessidade de se inventar uma data para isso, maaas… serve como uma “desculpa” a mais para nos enchermos de carinho. E lógico, egocêntricos felizes como somos, registramos esses momentos mais “íntimos”. Minha mãe e avó ficam horrorizadas quando vêem essas fotos, haha! Mas como elas não acessam o blog (pelo menos a minha né, porque eu sei que a mãe do Mauri lê o Casalzices – aliás, beijo, sogrinha!), aí vai uma seleção de alguns desses momentos, como forma singela de comemorar a data – que foi ONTEM, mas motivos técnicos me impediram de postar corretamente. De qualquer maneira, fica o registro ;)

março 30, 2010 - Postado por Leca Marriot - 4 Comentários
Saiu por esses dias o trailer do terceiro filme da saga Crepúsculo: Eclipse. O que diabos isso tem a ver conosco, é o que você se pergunta? Bem, posso dizer que alguma coisa, mas antes, deixe-me fazer um gancho.

Eu faço bico, ele abre o sorrisão na hora de fotografar.
O Mauri e eu temos algumas diferenças básicas normais em um casal. Do tipo:
- Ele curte rock clássico, eu prefiro o pop atual.
- Ele não tempera a salada, eu não consigo comer alface sem tempero.
- Ele coloca ketchup na pizza, eu prefiro azeite.
- Ele prefere comida italiana, eu sempre opto por comida japonesa.
- Ele prefere banho quente (pelando!) e eu gosto do morno-quase-frio.
- Ele é absurdamente calmo, não importa a situação, eu surto quase sempre.
E por aí a lista vai. E mesmo com todas as diferenças, estamos aqui, firmes e fortes, porque sabemos como lidar com elas e a hora certa de ceder. E posso afirmar com certeza que o Mauri tem cedido bastante comigo, haha. Ele aceita muito bem as minhas necessidades de mulherzinha e ir ver o filme Lua Nova no ano passado foi uma delas. Expliquei sucintamente a ele a história do filme, mas no final das contas, nem precisou muito. Ele sacou imediatamente o clichê do filme baseado em um livro que eu reconheço que é fraco. E o bom é que ele tem o mesmo tom sarcástico que eu ao ver e comentar o filme-catástrofe-melodramático, então, nos divertimos muito criticando uma série de coisas na produção.
Ainda assim e mesmo com esse histórico, vou arrastá-lo comigo agora em Junho para assistir a continuação, Eclipse. Cinema, devo dizer, era um dos nossos passatempos favoritos no início do namoro. De uns tempos para cá é que temos variado bastante para outros tipos de opções culturais, como exposições e parques onde possamos rolar na grama. – Sei que uma dia ele ainda vai me arrastar para um show do Metallica Megadeth (agora, dia 24 de Abril! Aguardem, pois essa resenha promete!) ou qualquer banda similar, mas mesmo assim, iremos compartilhar experiências inusitadas e promover a troca entre os dois. Sem preconceito, sem cara virada. Por mais meloso que isso pareça, só a companhia um do outro já basta para nos divertirmos :)
Alô, casais que lêem o blog! Não nos deixem sozinhos. Amaria saber quais as diferenças que vocês possuem entre si e como resolvem isso no dia-a-dia?
março 25, 2010 - Postado por Maurivan Luiz - 1 comentário
O início de todos nossos finais de semana são sempre iguais. Vou até Osasco, pego a Leca na faculdade e voltamos para casa (em São Paulo).
E é aí que as coisas realmente começam a acontecer.
Com a indicação do @metalrufflez fomos até o NYCNYC (segundo o frentista do posto que perguntamos, pronuncia-se NIQUE NIQUE, lol!), o que não esperávamos era chegarmos por lá e o NYCNYC do Itaim Bibi ter evaporado.
Por sorte, acabamos conhecendo um lugar super old school chamado “Memphis“, onde justo naquela sexta estava acontecendo um showzinho cover de Elvis. Lugar agradável, música gostosa de se ouvir, barato e com um ótimo atendimento. Ficamos um bom tempo curtindo o ambiente (oe!).

Eu, Elvis, Ela, Monroe.
No sábado acordamos cedo para aproveitarmos melhor o dia, passamos a manhã inteira assistindo seriados like The Big Bang Theory. Garantias de ótimas risadas! Mas no episódio mais legal dormimos no sofá no começo do episódio e acordamos apenas no final. Avalie 8D.

Ela, ainda acordada.
Na parte da tarde estávamos na pilha de acompanhar a exposição de Andy Warhol na Pinacoteca. Acontece que, ao chegarmos lá estava uma fila gigante. Encaramos a fila e quando chegou próximo à nossa vez, a moça da bilheteria nos informa de que a exposição estava sendo na ESTAÇÃO Pinacoteca, e não na Pinacoteca propriamente dita como a mídia está anunciando. Sem delongas, aproveitamos para conhecer melhor a Pinacoteca (a Leca já conhecia e me guiou na visitas) e adiamos a visita às obras da pop art para uma data posterior.
Se você gosta de exposições de arte, a Pinacoteca é um lugar que você precisa visitar, há quadros da Tarsila do Amaral, Auguste Rodin e Victor Brecheret. A arquitetura do lugar também é impressionante.
Saindo da Pinacoteca “tentamos” dar uma volta pela região, mas devido a localização (próximo à Cracolândia) optamos por pegar o trem e acabamos descendo na Barra Funda, onde comemos o melhor lanche natural do mundo, no Shopping West Plaza, por apenas 4 reais é possível alimentar uma familia inteira com o lanche deles!

Comilona!
Nosso sábado estava tão maravilhoso que parecia querer não acabar mais. E, de fato, não acabou.
Saímos da Barra Funda direto para a Av. Paulista, onde assistimos A Ilha do Medo (um pouco de Scorsese em um sábado à noite não faz mal à ninguém). O filme acabou tarde e retornamos para o apartamento.

Cozinha demais esse garoto!
Domingo acordamos com um foco principal: curtir o aniversário da minha sogrinha (que não gosta de ser chamada de sogrinha). Almoçamos com ela em Barueri e demos algumas risadas enquanto a Leca se DIVERTIA nos corredores da C&A, passeávamos no Shopping Tamboré e acabamos parando em um Carrefour comprar os ingredientes para uma aventura culinaristíca! (porque casal bom, é aquele que se une para fazer o café da tarde)
Tentamos também jogar Playstation, mas estava sem graça. Ela não sabia a diferença entre pista e grama :/ – Aproveitamos a noite para assistir à mais um filminho juntos: Closer.
Colchões na sala, dormimos.

Closer
Vale um adendo que este foi o melhor final de semana “caseiro” que tivemos até o momento. Gosto muito de momentos “simples” como este. Ficam marcados.
março 15, 2010 - Postado por Leca Marriot - 0 Comentários
Quando a espera acaba…
Indescritível é a sensação de chegar o final de semana e saber que verei o Mauri outra vez! Sério, por mais que eu me divirta na faculdade e no trabalho, eu anseio demais pelo fim da última aula de sexta-feira, pois sei que a partir dali começam as quarenta e oito horas mais deliciosas da semana: as que passo ao lado dele.
Nesta sexta foi assim, saí correndo da aula de Flash e fui encontrá-lo na estação de trem. Compartilhamos uma trufa de caipirinha e fomos jantar (ambos famintos!) no The Fifties ali no Itaim. Atendimento gostoso, ambiente agradável e comida deliciosa fazem dele um dos nossos restaurantes favoritos!

Jantarzinho maroto no Fifties. O chope é indispensável!
Compromissos e cochilos
Fomos para casa e acordamos cedinho no sábado. Era dia da minha visita quinzenal ao dentista. Apertar aparelho, mentir dizendo que estava usando o aparelho móvel por mais de doze horas, quando na verdade só uso umas seis e olhe lá, essas coisas.

Pichação próxima ao dentista. Mauri achou que tinha a ver comigo.
Enquanto eu estava lá dentro, o Mauri lia as revistas. Encontramos uma bem interessante por lá (logo abaixo), fiquei com vontade de roubá-la para ler mas aí já seria abusar demais da boa vontade do dentista.

Não somos exatamente um casal incomum, mas foi em São Paulo que nosso namoro deslanchou.
Partimos para Barueri, local onde resido (por enquanto), pois eu precisava resolver parafernalhas familiares. É gostoso ter o Mauri comigo nessas ocasiões, ele me dá forças, é como um lugar seguro onde posso me apoiar de olhos fechados. Dormimos facilmente aqui em casa… e voltamos para São Paulo, pois tínhamos um compromisso de amigo para ir. Chegando lá, o caos. Nos desentendemos como acaba acontecendo cedo ou tarde com qualquer casal… mas antes que as coisas ficassem definitivamente ruins (por assim dizer), demos um jeito de fazer com que tudo voltasse ao normal de novo. Não vale a pena entrar nos detalhes do que houve pois acho que coisa ruim não merece ser lembrada. Mas o que aconteceu serviu para fortalecer ainda mais o que existe entre nós.
Planos que se concretizam!
Manhã de domingo, seguimos com o plano: visitar o Festival do Minuto em exposição no MASP. Antes, almoçamos em outro favorito nosso, o America da Av. Paulista.

Fazendo graça com o iPhone enquanto o almoço não vinha.
A muito contragosto, aceitei comer a sobremesa favorita do Mauri: brownie. Estou de dieta, poxa! Mas mesmo assim, aceitei porque sei que essa sobremesa tem um enorme valor sentimental para gente (internas de casal… cada um tem a que merece).

E ainda faltou açúcar... NOT!
No meio do caminho para o MASP o que nos surpreende? A chuva de São Paulo, mas é claro! Não uma chuvinha qualquer que você aguenta atravessar numa boa, mas sim, baldes e baldes de água sendo despejados do céu junto com um vento que quase fez o Mauri sair planando pela Paulista :/ Encharcados, mudamos de roupa no shopping (valeu, atendimento da Hering que resolveu nosso problema rapidinho! ;D) e seguimos – agora com sol – para o MASP.

Na volta da Hering, encontramos nosso cachorro favorito, um beagle (o da direita, tá? haha)!
A exposição do minuto foi menor do que esperávamos. Rapidinho, vimos dezenas de curtas (no folheto diz serem 62 ao total) sem pé nem cabeça que ajudaram bastante a idealizar o curta que eu precisarei fazer na faculdade.

Um pouco do que foi o festival do minuto. Caixotes, puffes e curtas no telão.
Aproveitamos para dar uma volta pelo acervo permanente e passamos no McCafé, também da Paulista, para colocar as ideias em ordem.

Fazendo arte no cappuccino do McCafé.
Até que tudo acaba outra vez…
A volta para casa é sempre o momento mais triste do final de semana. Infelizmente, ainda não moramos juntos, então a separação acaba sendo inevitável. Mas também, a semana é necessária para gerar a saudade e aquela sensação gostosa do reencontro a cada finzinho da semana :}